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Diretoria da FBAC cumpre agenda estratégica em Brasília para inserção do Método APAC em políticas nacionais

Comunicação FBAC

Diretoria da FBAC cumpre agenda estratégica em Brasília para inserção do Método APAC em políticas nacionais

Na última segunda-feira, 15 de junho, a diretora-geral da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC), Tatiana Faria, e o diretor do Centro Internacional de Estudos do Método APAC (CIEMA), Valdeci Ferreira, estiveram em Brasília para uma série de reuniões com órgãos do Poder Judiciário e do Governo Federal. A agenda teve como foco principal a articulação técnica para a inserção das APACs nas políticas públicas nacionais de execução penal e segurança pública.

A primeira reunião ocorreu no Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e das Medidas Socioeducativas (DMF), órgão vinculado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na oportunidade, os diretores foram recebidos pelas juízas auxiliares Dra. Solange Reingberg e Dra. Andréa da Silva Brito. O objetivo central do encontro foi alinhar as possibilidades de inclusão do Método APAC dentro das políticas de gestão prisional desenvolvidas pelo DMF, buscando garantir que as ações de expansão e consolidação metodológica alcancem respaldo no planejamento do CNJ.

Reunião da FBAC no CNJ em Brasília

Na sequência, a comitiva da FBAC seguiu para a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), departamento integrante do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O diálogo técnico teve como meta estruturar articulações para que o Método APAC seja definitivamente consolidado como política pública prioritária do Governo Federal.

Entre as pautas prioritárias, destacou-se a busca por mecanismos que deem efetividade à legislação que autoriza o repasse de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN) para a construção, manutenção e custeio das unidades da APAC em todo o território nacional por meio da Lei 15.033/24.

Reunião da FBAC na SENASP

Os encontros técnicos reforçam o compromisso da FBAC em garantir a segurança jurídica, o fortalecimento institucional e a ampliação da metodologia, consolidando o modelo apaqueano como uma solução eficiente, humana e estruturada para o sistema de justiça criminal brasileiro.